quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Resultados

O questionário aplicado aos feirantes era composto de 15 questões... As seis primeiras questões buscavam conhecer o entrevistado, dessa forma concluímos que a maioria dos feirantes são do sexo masculino, tem mais de 30 anos, sempre trabalharam no comércio ou de forma autônoma e estão exercendo a profissão de feirante há mais de 15 anos, negócio como próprio. Quanto a escolaridade, percebemos que esta não influenciou na escolha da profissão, acreditando que as pessoas entrevistadas se identificam com esse tipo de trabalho, por ser perto da residência ou por influência de familiares.

As demais perguntas questionavam sobre o lixo, seu acúmulo, armazenamento e prejuízos a saúde e meio ambiente.

Durante a entrevista fotografamos o local e percebemos contradições nas respostas, uma vez que respondiam que armazenavam o lixo de forma adequada e no final do expediente faziam o descarte deste na lixeira pública, mas o que observamos foi lixo pelo chão da barraca e entorno dela.
As respostas dadas pelos entrevistados a questão 12, é bastante preocupante, pois quase metade dos feirantes, disseram não se incomodar com o lixo e os demais que dizem se “incomodar”, na verdade apenas se preocupam do mau cheiro ou o aparecimento de animais, prejudicarem o seu negócio e afastarem a sua freguesia.

Absurdo perceber que não se preocupam desse lixo afetar a saúde pública, causando doenças como dengue, leptospirose, dentre outras que eles citaram na questão 11 o que mostra que eles têm conhecimento sobre as questões de doenças que o lixo pode acarretar, mas não fazem a sua parte em cuidar do ambiente de trabalho por talvez achar mais cômodo ou puro conformismo.
Concluímos que basta cada um fazer a sua parte para mudar esse quadro que hoje se encontra a feira de Peixinhos, um lugar reconhecido por muitos, como sujo.

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